Clareiam os meus olhos ao te ver
Clareiam os meus olhos ao te ver,
De ver tão pleno… amor, tão pleno
De ver viver, o ser e o ter
Em teu haver… teu olhar aceno
Teu mel é o meu sossego dos prantos
Clareia tudo, dos meus olhos ao mal feroz.
De mim só nasce ferozes encantos
E os males que evolam no meio de nós
Clareiam os meus olhos ao te ver
Ardem as minhas cinzas frias em tempos
Brotam ao te ver… e só ao te ver
E brotam intenso… amor, intenso
Queima a estiagem em mim afeito,
E vejo tão pleno… amor imenso
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