segunda-feira, 3 de junho de 2013

Clareiam os meus olhos ao te ver

Clareiam os meus olhos ao te ver

Clareiam os meus olhos ao te ver,
De ver tão pleno… amor, tão pleno
De ver viver, o ser e o ter
Em teu haver… teu olhar aceno

Teu mel é o meu sossego dos prantos
Clareia tudo, dos meus olhos ao mal feroz.
De mim só nasce ferozes encantos
E os males que evolam no meio de nós

Clareiam os meus olhos ao te ver
Ardem as minhas cinzas frias em tempos
Brotam ao te ver… e só ao te ver

E brotam intenso… amor, intenso
Queima a estiagem em mim afeito,
E vejo tão pleno… amor imenso

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