segunda-feira, 3 de junho de 2013

O vazio que me segue

O vazio que me segue

O vazio que me segue, sem tréguas
Viaja do meu sono a meus sonhos
E acordo dormindo num motim silencioso
Da mistura da guerra abstrata, interno
E a paz do meu inferno

O vazio que me segue no céu, aqui dentro
Num espaço entre o despertar num sorriso
E o dormir sob as asas da agonia tardia
Tanto soa absurdo e confuso
Como a mais lúcida da minha verdade oculta
Nessa vaga em mim sepulta

Nesse vazio de respostas, em…
Mares de perguntas vivas por mim,
Na ligação vazia de diversas cores,
Do nascer do sol ao mergulho no mar…
Passando estações e eras
E prevalecendo o silêncio às minhas falas

Sem comentários:

Enviar um comentário