segunda-feira, 3 de junho de 2013

Há tanto que ver

Há tanto que ver

Ainda há tanto que ver,
E não vi nada… sofro, choro
Iludo, deslumbro e há mais que ter
Do que vetar prematuro enterro

Há tanto que ver… meu Deus!
Perdoe por lhe clamar,
Mas clamo por outros seus,
Por não ver que há tanto para amar

Ainda há tanto que ver
E não vi nada…
Só o passar do tempo a ler
Lento sobre o nada

Ainda há tanto que ver,
E eu amarrando em toda dúvida
A dor sepulta de uma vida

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